A cortiça náutica é outra alternativa à teca. Comparamos espuma marinha e cortiça em aspeto, aderência, manutenção, durabilidade e preço para o ajudar a escolher.
A par da espuma marinha EVA, a cortiça náutica apresenta-se como outra alternativa ecológica e leve à teca natural. Ambos os materiais têm defensores, mas comportam-se de forma diferente a bordo. Aqui comparamos os dois ponto por ponto para que decida com critério.
Aspeto e estética
A espuma marinha reproduz fielmente o veio e os tons quentes da teca, com linhas de junta que imitam o calafate tradicional. A cortiça tem um aspeto mais granulado e natural, com uma cor castanha mosqueada característica que não imita a teca clássica mas oferece a sua própria estética. Se procura o look de teca, a espuma é mais fiel.
Aderência, conforto e calor
- Aderência: ambos oferecem boa antiderrapância; a espuma com textura faz a diferença em molhado.
- Conforto: os dois são confortáveis e almofadados ao pisar descalço.
- Calor: ambos isolam bem; a cortiça é naturalmente isolante e a espuma integra essa propriedade de fábrica.
Manutenção e durabilidade
A espuma marinha de qualidade limpa-se com água e sabão neutro e tem garantia de 10 anos contra descoloração UV. A cortiça pode exigir selagens ou tratamentos periódicos consoante o acabamento, e alguns produtos são mais sensíveis a nódoas. Em durabilidade face a sal e sol intensos, a espuma EVA de alta densidade costuma oferecer uma vida útil muito previsível.
Preço
Ambos os materiais são notavelmente mais económicos do que a teca natural instalada. O preço final depende do fornecedor e do acabamento, mas a espuma marinha cortada à medida por CNC oferece uma relação qualidade-preço muito competitiva, sobretudo em superfícies grandes onde o custo de projeto é repartido.
